A princesa não chega — aparece. Vem do jardim, devagar, com a voz que a criança reconhece de filmes e canções. O encontro começa antes de ela falar: começa no olhar.
Durante 45 minutos, há contos, perguntas, canções a duas vozes e o tempo que faz falta para que a magia se sente. Não é uma actuação — é uma visita afetuosa, ensaiada para parecer espontânea.
No fim, fica uma fotografia. E, mais importante, fica uma memória que a criança vai contar daqui a vinte anos como se ainda fosse hoje.



